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Seis
horas; plangem os sinos
Entre o mar e a serrania
Itanhaém tôda escuta
Rezando uma Ave-Maria.
Barcas
de pesca regressam
Outras mar afora, vão...
Em novembro a pesca é farta:
Robalo, arraia, cação...
Os
banhistas retrasados
Vêm da Prainha cansados
A tarde em calor desmaia
E
o mar, nervoso e fremente
Rola e beija ternamente
A face branca da praia.
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