Itanhaém,
minha terra!...
Jóia guardada entre a Serra
E a magestade do mar,
Só quem não tem sentimento
Não sente o deslumbramento
Que tu vives a inspirar...
Circunda-te a esperança
Que, à tarde, o vento balança
Mimando frondes e ninhos
E pelas praias morenas
Rolam cantigas serenas
De ondas que são carinhos...
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Ilhas longínquas,
distantes,
São eternas vigilantes
Da beleza espiritual
Que reservas em tua história
Que te embalsama de glória
Que te faz tão divinal...
E quanto mais te proclamo
Mais te quero, mais te amo
Minha terra... inspiração
Descendo em meu pensamento
Num frequente encantamento
Em perene exaltação...
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